terça-feira, 8 de agosto de 2017

O professor merece o respeito e a admiração de toda nação



A Coreia do Sul, até a metade do século passado, experimentava o mesmo nível de atraso e subdesenvolvimento do Brasil. Graças aos grandes investimentos em educação e a supervalorização do professor, esse país asiático deu um grande salto em direção ao crescimento e ao desenvolvimento, o que acabou por transformá-lo, num dos mais desenvolvidos em todo o mundo. O que evidentemente não aconteceu no Brasil, que em pleno século XXI continua sendo um país subdesenvolvido e com os piores índices sociais, porque não valoriza o professor.

Na Coreia do Sul, o professor é a categoria mais valorizada pelos seus governantes e admirada e respeitada pelo povo desse país que fica localizado na parte sul da Península sul Coreana.  

Na Coreia do Sul, o professor é o profissional mais bem pago entre todas as categorias. Ocorre que os governantes e o povo coreano, entendem que todas as demais profissões para serem bem sucedidas dependem do professor. Enquanto no Brasil os jogadores de futebol são os ídolos da nação, na Coreia do Sul os ídolos são os professores. Isso talvez explique o nosso abissal atraso educacional, social e tecnológico. Na Coreia do Sul, o professor é a profissão mais desejada e buscada pelos jovens, porque essa profissão é a mais bem paga em todo o país e a mais respeitada e valorizada pelos coreanos.    

Esta matéria é um desagravo a uma importante, fundamental e necessária profissão, que no município piauiense de São Raimundo Nonato, foi agredida e desrespeitada por um vereador que usou a seguinte frase para atingir essa importante categoria: “O professor finge que ensina e o aluno finge que aprende”. Desnecessário dizer que se trata de uma frase infeliz e uma falta de respeito para com uma categoria que faz da sua profissão um verdadeiro sacerdócio, porque no Brasil ela ganha mal, não é respeitada e tão pouco valorizada pelo seu povo, como deveria. É tudo uma questão de ponto de vista.  


Em Tempo:

Na a Coreia do Sul, 80% do ensino superior coreano é privado. E todo ensino superior é pago. Quando se fala em investimento em educação, na Coreia, isso inclui, fortemente, o investimento das famílias. A Coreia do Sul deu um salto ao priorizar o ensino básico.

No Brasil a média salarial na rede municipal é de R$ 2 mil por mês. Na estadual, R$ 2,6 mil. Na Coreia do Sul, o valor chega a R$ 8 mil mensais. Nos Estados Unidos, R$ 10 mil. Quanta diferença!
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