domingo, 13 de agosto de 2017

Ai de nós se a natureza não se protegesse


No tempo de seca no semiárido nordestino, as plantas ficam ressequidas, mas permanecem vivas.

Como que para poupar energias, as plantas perdem as folhas, ficam mirradas, mas vivas. Não é à toa que logo nas primeiras chuvas do inverno, o verde exuberante ocupa o lugar antes seco. É que a natureza dispõe de mecanismos para proteger as arvores da seca inclemente. Costuma-se dizer que a natureza é sábia. O que é uma grande verdade.

As plantas no semiárido nordestino, ainda padecem de uma agressão permanente que são as queimadas que ocorrem de maneira voluntária e involuntária. A sorte do nordestino, não sei porque razão, essas queimadas não se propagam de modo a produzir incêndio de proporções inimagináveis, como aconteceu recentemente em Portugal, numa região desse país, onde a mata se apresenta sempre verde.

As queimadas, além de destruírem a vegetação, ainda provocam a morte de muitos animais que se adaptam a esse nosso clima seco e sem chuva.  

A natureza faz a sua parte, agora cabe ao homem fazer a sua, não produzindo queimadas e desmatamentos desnecessários. O homem com a sua usura, não poupa nem a si próprio, porque a mudança do clima provocada pela ação predadora do homem, provoca fenômenos, como tsunami, chuvas ácidas, terremotos, maremotos, enchentes, desmoronamentos e secas.   


Um pé de Pau D'Arco (Ipê)  

Uma árvore morta não identificada


Um pé de Gonçalo Alves com as suas folhas amarelecidas, prestes a cair

Um pé de Umbuzeiro ressequido, mas vivo. Um resistente  



 
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