sexta-feira, 30 de junho de 2017

Feijoada Completa - Boi de Lágrimas

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/gI4JH18y5RA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Feijoada Completa é um grupo musical maranhense.

Milonga Abaixo De Mau Tempo - Luiz Marenco e José Claudio Machado

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/j48Y2uDSxvQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Nelly Furtado - Reggae Remix

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/erXncsd10mE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Renan Calheiros agora é oposição pra valer



Renan Calheiros sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff: “É claro que foi um erro. A ideia de que todos os problemas se resolveriam com o afastamento dela foi uma estratégia do Eduardo Cunha para governar sob as costas do Michel”.

O que já estava muito difícil para o presidente da república Michel Temer, poderá se complicar ainda mais, com a ida do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para a oposição. Daí o seu desesperado movimento em busca de apoio na oposição, mais precisamente, junto ao PT de Lula.  

O senador e ex-líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, ao afirmar que o presidente Temer é um covarde, queimou as pontes que o ligava ao governo do PMDB, do qual é um dos seus principais membros. Renan Calheiros, que por muitos anos fez parte da cúpula do maior partido brasileiro.  
 
Fragilizado dentro do seu próprio partido e sob a ameaça de não se reeleger em 2018, Renan Calheiros passou a se posicionar como um defensor das causas do povo brasileiro, como o combate à aprovação das reformas trabalhista e previdenciária, numa tentativa de criar um ambiente favorável ao seu projeto de reeleição. O que segundo analistas e jornalistas políticos se apresenta neste momento como muito difícil.

O senador Renan Calheiros, nunca viveu um momento tão difícil na sua carreira política, como no Ano da Graça de 2017.

Prefeita “ostentação” é acusada de fraude em licitações



A Promotoria de Justiça de Bom Jardim, no interior do Maranhão, denunciou criminalmente a ex-prefeita Lidiane Leite da Silva, a ‘prefeita ostentação’, por fraude em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Além de Lidiane, o Ministério Público acusa o ex-secretário de Articulação Política de sua gestão, Humberto Dantas dos Santos, Beto Rocha, e os empresários Antônio Oliveira da Silva e Karla Maria Rocha Cutrim, sócios da Zabar Produções, e ainda Fabiano de Carvalho Bezerra, dono da empresa A4. Essas informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual (MPE).

Essa decisão da Promotoria de Justiça do município de Bom Jardim, do estado do Maranhão, reafirma a confiança do povo brasileiro numa das instituições mais admirada e respeitada do país, assim como a Policia Federal, porque essas duas instituições atuam em sintonia com as verdadeiras aspirações do povo brasileiro, que não acredita na sua classe política e dirigente.

Isso serve de alerta para os prefeitos que agem como se fossem donos das prefeituras e como chefes do poder municipal que agem irresponsavelmente, sem levar em consideração princípios morais, éticos e preocupação em realizar administrações que atendam aos interesses do povo que eles “representam”.

Não é à toa que neste momento muitos ex-prefeitos estão trancafiados, vendo o sol nascer quadrado ou em prisão domiciliar e sendo monitorados por tornozeleiras de prata. Viva o Ministério Público e a Polícia Federal.   

A escolha de Temer



A Lava Jato é quase uma unanimidade nacional. Uma unanimidade inteligente, convém salientar. Contra essa operação só os malfeitores, as pessoas desonestas e os antipatriotas ousam se opor a ela”. (Tomazia Arouche)   
   
Existe na sociedade brasileira, sobretudo no meio político, a preocupação de que a procuradora-geral da república (PGR), Raquel Dodge escolhida pelo presidente Michel Temer para substituir ao atual PGR, Rodrigo Janot, opte por andar na contra mão da história recente ao resolver favorecer o seu benfeitor, no caso, Sua Excelência, o presidente Temer, que a escolheu de uma lista tríplice, onde essa subprocuradora aparece em segundo lugar na votação para eleger o substituto de Rodrigo Janot. Caso isso ocorra, o país irá julgá-la como uma autoridade que fez uma opção equivocada e danosa para o país.  

Caso a nova procuradora-geral da república (PGR) Raquel Dodge, resolva se alinhar automaticamente com o presidente da república, como um gesto de gratidão, gratidão pela escolha para um cargo muito importante na república, o país não irá poupá-la.

A nova procuradora-geral da república Raquel Dodge, poderá até se revelar uma pessoa com muita personalidade, ao ponto de questionar algumas decisões do PGR Rodrigo Janot, mas nada que afronte a comunidade do Ministério Público Federal (MPF) e o povo brasileiro - que confia na Força Tarefa que comanda a Operação Lava Jato

Essa foi a primeira vez desde 2003, que o presidente da República desrespeita essa tradição. Na prática, a indicação permite a Temer escolher quem pode investiga-lo depois do termino do atual mandato do procurador-geral, Rodrigo Janot. Com o anúncio da indicação, o presidente manda um recado de que Janot está já no final do seu mandato, com o intento de tirar força da denúncia que o procurador-geral apresentou contra ele por corrupção. O que é pouco provável, uma vez que o presidente denunciado está muito fragilizado e caminhando na corda bamba sem sombrinha.   

Se Raquel Dodge fizer a opção errada, ela jogará sua biografia no lixo da história e o país inteiro irá execrá-la. Pela sua brilhante e até aqui irretocável biografia, espera-se que a nova procuradora-geral da república, ao assumir o comando da PGR no mês de setembro, haja com absoluta isenção e comprometida como um futuro digno para este país. Hoje tão avacalhado, por obra e graça da sua classe política e dirigente.