terça-feira, 31 de maio de 2016

GAIOLA DE OURO - Boi Barrica

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"O Brasil é um verdadeiro pântano político", diz Deutsche Welle



O periódico alemão Deutsche Welle traz em sua edição desta segunda-feira (30) uma matéria onde fala sobre as incertezas que o Brasil vive atualmente, comparando o cenário a um verdadeiro pântano político. A situação se tornou tão confusa, diz a publicação alemã, que o mais sensato seria recorrer a eleições antecipadas. 

Segundo a reportagem, apesar da presidência interina de Michel Temer tentando mostrar que o Brasil está no meio de uma transformação, parece que pela primeira vez, as elites políticas e econômicas estão percebendo a possibilidade de perder o controle sobre o país.

Independentemente de saber se o Brasil está governado por uma ditadura militar ou um governo democraticamente eleito, um acordo parece fora de questão até o momento, comenta o texto do jornal Deutsche Welle. Conteúdo do JB.

A poesia segundo Alexander Pushkin

A Flor

Vejo uma flor seca, sem ar
Cá esquecida em um caderno,
E meu espírito prosterno
Num esquisito meditar:
Floriu quando? Onde? Em que estação?
E postergou-se? E é estranha
Ou amiga a mão que a apanha? E a pôs aqui por que razão? Para recordar um encontro amável
Ou uma separação funesta, ou um passeio solitário
Num sítio, à sombra da floresta? E ele está vivo, ela também? E a que refúgio se retêm? Ou ambos já mirraram
Como esta flor que aqui deixaram?


Alexander Pushkin foi um poeta russo.

Um ministério 'podbre' e viciado

O que tem de pobre, também tem de viciado o ministério Temer. Não é à toa que em apenas sete dias, dois ministros do novo governo, já foram demitidos por implicações em supostos casos de corrupção e de ligações com políticos suspeitos de desvio de conduta.  

O primeiro, foi o ministro do Planejamento, Romero Jucá, que até momentos antes de ser exonerado, era tido como o ministro mais forte e influente de um governo que assumiu o poder, não para recuperar a economia, mas, para salvar políticos de partidos que estão envolvidos com a Operação Lava- Jato. Uma salvação que viria com a paralisação de uma operação que está passando este país a limpo. Isso que afirmo fica bastante evidente na gravação de diálogos travados entre o ex-senador Sérgio Machado e cardeais do PMDB.

O segundo ministro a “pedir” demissão foi um ilustre desconhecido que atende pelo nome de Fabiano Silveira, cuja maior virtude é ser amigo e conselheiro do presidente do Senado, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) que está na ‘corda bamba’ sem sombrinha e que tudo leva a crer - não sobreviverá ao segundo semestre deste ano.

A gravação feita por Sérgio Machado, já provocou um verdadeiro terremoto no governo Temer e segundo comentários que circulam por Brasília, a delação mais demolidora e ansiosamente aguardada pelo povo brasileiro é a do ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht. 

Sérgio Moro ou Joaquim Barbosa?



Só uma nova eleição poderá livrar o Brasil do agravamento de uma série de crises que paralisam o país. Mas, uma nova eleição sem os políticos tradicionais e profissionais da política, como por exemplo, Aécio Neves, Marina Silva ou qualquer outro nome ligado ao PSDB, PMDB, PT, PP, PPS, PC do B, PT do B ou PSDC.

Como o Brasil para se salvar precisa de um estadista, de um homem cuja biografia dela ele possa se orgulhar e o país nele possa confiar e depositar todas as suas esperanças na construção de um país decente, porque não cogitar da eleição do ex-ministro e presidente do STF, Joaquim Barbosa, o homem que deu o pontapé inicial na moralização da nação brasileira ou do juiz federal Sérgio Moro, que deu prosseguimento ao trabalho de moralização da coisa pública, iniciado por Barbosa com o julgamento do Mensalão? 

O juiz Sérgio Moro, para ser candidato basta deixar o Poder Judiciário, como fez o ex-juiz federal e atual governador do estado Maranhão, Flávio Dino. Numa eleição presidencial, com Sérgio Moro como candidato, esse juiz será pule de dez. O mesmo pode ser dito sobre Joaquim Barbosa.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Partidos conspiram contra a Operação Lava-Jato

Nenhum partido brasileiro, com exceção de pequenos partidos, como PSOL e PSTU, defende a Operação Lava-Jato, por uma razão muito simples: é que o PMDB, PT, PP, PSDB e DEM constam da relação do Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot que serão alvo de inquéritos no STF.

Confira abaixo a relação dos nomes dos políticos que serão inquiridos pelo STF

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) - deputado federal
Aline Corrêa (PP-SP) - deputada federal
Aníbal Gomes (PMDB-CE) - deputado federal
Antonio Anastasia (PSDB-MG) - senador
Antonio Palocci (PT-SP) - ex-ministro (por não ter foro privilegiado, seu processo foi encaminhado para a primeira instância)
Arthur de Lira (PP-AL) - deputado federal
Benedito de Lira (PP-AL) - senador
Cândido Vaccarezza (PT-SP) - ex-deputado federal
Carlos Magno (PP-RO) - ex-deputado federal
Ciro Nogueira Filho (PP-PI) - senador (mencionado em dois inquéritos, um para investigar, outro para arquivar)
Dilceu João Sperafico (PP-PR) - deputado federal
Edison Lobão (PMDB-MA) - ex-ministro de Minas e Energia
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - presidente da Câmara dos Deputados
Eduardo Henrique da Fonte (PP-PE) - Deputado Federal
Fernando Collor (PTB-AL) - senador
Gladison de Lima Cameli (PP-AC) - senador
Gleisi Hoffmann (PT-PR) - senadora e ex-ministra da Casa Civil
Humberto Costa (PT-PE) - senador
Jeronimo Pizzolotto Goergen (PP-RS) - deputado federal
João Leão (PP-PE) - vice governador da Bahia
João Luiz Argôlo Filho (SDD-BA) - deputado federal
João Pizolatti (PP-SC) - deputado federal
João Sandes Junior (PP-GO) - deputado federal
José Afonso Ebert Hamm (PP-RS) - deputado federal
José Linhares da Ponte (PP-CE) - deputado federal
José Mentor (PT-SP) - deputado federal
José Otávio Germano (PP-RS) - deputado federal
Lázaro Botelho Martins (PP-TO) - deputado federal
Lindbergh Farias (PT-RJ) - senador
Luis Carlos Heinze (PP-RS) - deputado federal
Luiz Fernando Faria (PP-MG) - deputado federal
Mario Negromonte (PP-PE) - ex-ministro das Cidades
Missionário José Olimpio (PP-SP) - deputado federal
Nelson Meurer (PP-PR) - deputado federal
Pedro Correa (PP-PE) - ex-presidente do PP
Pedro Henry (PP-MT) - ex-deputado
Renan Calheiros (PMDB-AL) - presidente do Senado
Renato Delmar Molling (PP-RS) - deputado federal
Roberto  Britto (PP-BA) - deputado federal
Roberto Egídio Balestra (PP-GO) - deputado federal
Roberto Teixeira (PP-PE) - ex-deputado
Romero Jucá (PMDB-RR) - senador - (mencionado em dois inquéritos, um para investigar, outro para arquivar)
Roseana Sarney (PMDB-MA) - ex-governadora do Maranhão
Simão Sessim (PP-RJ) - deputado federal
Valdir Raupp (PMDB-RO) - senador
Vander Loubet (PT-MS) - deputado federal
Vilson Luiz Covatti (PP-RS) - deputado federal
Waldir Maranhão Cardoso  (PP-MA) - deputado federal.


A propósito, o apresentador de televisão Ricardo Boechat, no dia de hoje no seu programa da Bandnews FM e TV Bandnews denunciou dois projetos do deputado federal Waldi Damous (PT-RJ) que segundo ele, se aprovados ferirão de morte a Operaçao lava-Jato. A ideia de restringir o uso da delação premiada citada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio machado, também é defendida pelo PT e objeto de projetos que criminalizam o vazamento de trechos das colaborações. De autoria do deputado federal Wadih Damous. Um deles prevê a necessidade de homologação das delações apenas nos casos de acusados ou indiciados que respondam a processo em liberdade.

MESTRE MARÇAL - Senti Firmeza

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“Sorri pra mim... porque preciso enganar a dor
Surpreender o mal interior
Qualquer motivo pra me libertar
Enxergar o facho verde da esperança
A luz que ha de iluminar
Por onde eu tenho vontade de passar...”
 


Nilton Delfino Marçal, mais conhecido como Mestre Marçal, (Rio de Janeiro, 1930 — 9 de abril 1994 foi um diretor de bateria e cantor brasileiro.
Era filho do consagrado compositor Armando Marçal, que se notabilizou ao fazer músicas com outro importante compositor Alcebíades Barcellos, o Bide.
Durante muitos anos foi diretor de bateria da GRES Portela. Após esse período, Marçal fez trabalhos como cantor, mas sem deixar o Carnaval de lado. Alguns de seus discos tinham a temática das Escolas de Samba, como A Incrível Bateria de Mestre Marçal, e seu último trabalho, Sambas-Enredo de Todos os Tempos.
Também atuou como comentarista dos desfiles de Escolas de Samba, pela Rede Manchete. Memória do Samba.