domingo, 31 de janeiro de 2016

Música andina da Bolívia, Equador e Peru

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Insistir com Firmino Filho é apostar no atraso






Os tucanos em Teresina, só se preocuparam até aqui, em realizar obras de superfície, ou seja, aquelas que são visíveis aos olhos. As obras subterrâneas, como galerias, essas são relegadas a um terceiro ou quarto plano. A periferia de Teresina é um deus nos acuda.   

Nesses quase 30 anos de governos tucanos em Teresina, o teresinense não tem o que comemorar, haja vista, os governos de Firmino, Elmano Férrer, Silvio Mendes, Francisco Gerardo e Wall Ferraz, terem sidos todos medíocres. Tanto isso é verdade, que os problemas enfrentados por Wall Ferraz continuam sem solução, como a galeria da rua Eustáquio Portela, na zona Leste da capital piauiense.

Os prefeitos tucanos só sabem fazer calçamento e impermeabilizar a cidade com camadas de asfalto, o que contribui para o aumento do calor numa das cidades mais quentes do país.

Insisto na tese de que nada justifica a pretensão do prefeito Firmino Filho (FF) em querer se reeleger para um quarto mandato, porque os tucanos em 30 anos não realizaram obras que sejam vistas como estruturantes e necessárias para esta capital.

Teresina que já foi considerada uma das capitais mais bonitas da região Nordeste, com destaque para sua arborização, cresce sem nenhuma noção estética e a sua cobertura verde perde espaço para o cinza do cimento.

O teresinense que anda decepcionado com Firmino Filho (FF) tem em 2016 a chance de experimentar o novo e se livrar de um político profissional.

Cunha é quase uma unanimidade nacional




Cunha é quase uma unanimidade nacional. É que quase todo mundo quer vê-lo fora da vida pública


Nenhum brasileiro, exceto sua família, acredita na sinceridade do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha.

Tanto a situação, como a oposição e o povo brasileiro, com exceção da família do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), querem ver esse parlamentar fluminense banido da política nacional.

O processo de cassação de Cunha por mentir a seus pares na CPI da Petrobras sobre as contas na Suíça ganhou novos ingredientes. Num trecho da delação de Fernando Baiano na Lava-Jato contradiz outra afirmação de Cunha aos deputados.

A nação aguarda com muita ansiedade pelo fim do recesso do Poder Judiciário, para que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida pelo afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara Federal. Esse político que acaba de ser desmentido por Fernando Soares, vulgo Baiano, que afirma que esteve duas vezes na residência de Eduardo Cunha na cidade do Rio de Janeiro, para tratar de negócios.


Por Justino Fernandes