segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Leonard Cohen - The Partisan

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domingo, 19 de novembro de 2017

Leonard Cohen - Hallelujah

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A poesia segundo Maria Firmina dos Reis



Confissão

Embalde, te juro, quisera fugir-te,
Negar-te os extremos de ardente paixão:
Embalde, quisera dizer-te: - não sinto
Prender-me à existência profunda afeição.
Embalde! é loucura. Se penso um momento,
Se juro ofendida meus ferros quebrar:
Rebelde meu peito, mais ama querer-te,
Meu peito mais ama de amor delirar.
E as longas vigílias, - e os negros fantasmas,
Que os sonhos povoam, se intento dormir,
Se ameigam aos encantos, que tu me despertas,
Se posso a teu lado venturas fruir.
E as dores no peito dormentes se acalmam.
E eu julgo teu riso credor de um favor:
E eu sinto minh'alma de novo exaltar-se,
Rendida aos sublimes mistérios do amor.
Não digas, é crime - que amar-te não sei,
Que fria te nego meus doces extremos...
Eu amo adorar-te melhor do que a vida,
melhor que a existência que tanto queremos.
Deixara eu de amar-te, quisera um momento,
Que a vida eu deixara também de gozar!
Delírio, ou loucura - sou cega em querer-te,
Sou louca... perdida, só sei te adorar.
----------------
Eu não te ordeno, te peço,
Não é querer, é desejo;
São estes meus votos - sim.
Nem outra cousa eu almejo.
E que mais posso eu querer?
Ver-te Camões, Dante ou Milton,
Ver-te poeta - e morrer.

Maria Firmina dos Reis, foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira. Maria Firmina dos Reis nasceu na Ilha de São Luís do Maranhão. Negra e bastarda, enfrentou a barreira dos preconceitos e publicou, em 1859, o romance Úrsula, considerado o primeiro romance abolicionista do Brasil e um dos primeiros escritos produzidos por uma mulher brasileira. A 11ª Feira do Livro de São Luís (FeliS), homenageia essa escritora maranhense.

Reggae Romântico bem ao estilo maranhense. Som da hora

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/CYTs2Gw-etY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>Música para dançar abraçado e sentindo o pulsar do coração e falando no ouvido da outra pessoa. Coisa de maranhense.

O Jornal do Brasil (JB) na sua versão impressa deverá voltar

 
“O empresário Omar Peres afirmou a EXPRESSO que tenta firmar um acordo com os ex-funcionários do "Jornal do Brasil" antes de relançar o diário, possivelmente em dezembro. Peres diz que não pode assumir as dívidas trabalhistas milionárias do jornal com eles sob o risco de o projeto de reeditar o JB - longe das bancas desde 2010 - não decolar. A proposta que fez é destinar 3,5% do faturamento do futuro jornal ao grupo de ex-funcionários”, dados da coluna Expresso da revista Época.

Essa é uma boa notícia para os aficionados do jornal físico (versão impressa), para quem não se gosta de ler jornal na sua versão digital. A volta do centenário Jornal do Brasil é sem dúvida nenhuma uma grande notícia. Uma notícia auspiciosa para gosta de uma boa leitura. O Jornal do Brasil é um tradicional jornal brasileiro, publicado diariamente na cidade do Rio de Janeiro e impresso até setembro de 2010, quando se tornou exclusivamente digital. Em 2017, foi comprado pelo empresário Omar Resende Peres Filho que anunciou a volta de sua versão impressa as bancas em dezembro. 

Um breve histórico do JB


Fundado em 1891 por Rodolfo Dantas, com intenção de defender a monarquia recentemente deposta. De nível elevado, contava com a colaboração de José Veríssimo, Joaquim Nabuco, do Barão do Rio Branco e outros como Oliveira. A partir de 15 de novembro de 1894 voltou a circular, sob a direção da família Mendes de Almeida (maranhense). A opção pela data assinalava o apoio à República, e a sua nova proposta editorial voltava-se para as reivindicações populares. Mais tarde, o Jornal do Brasil tornou-se propriedade dos Condes de Pereira Carneiro (Ernesto Pereira Carneiro e Maurina Pereira Carneiro (maranhense).
Entre os anos de 1956 a 1958, o maranhense Odylo Costa, filho, conduziu a reforma do Jornal do Brasil. Durante esses anos, formou-se uma nova equipe no jornal capaz de realizar a mudança mais estrutural que ocorreria em 1959.

Alex Boom - Take Me Away (Reggae do Maranhão) Remix)

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Produção de mel da macrorregião de São Raimundo Nonato está sob ameaça

Os impactos ambientais provocados pela mineração afetam diretamente os ambientes hidrológicos, atmosféricos, além da biosfera, dos solos e das formas de relevo.

Tanto os pequenos produtores de mel (geralmente um núcleo familiar), como os ambientalistas estão deveras preocupados com a exploração mineral nessa região, pelos efeitos danosos que essa atividade econômica produz ao meio ambiente.

A relação custo benefício da atividade mineral nesta região, não favorece ao estado do Piauí e aos municípios que formam o Território da Serra da Capivara, pois ocorre, que esse tipo de exploração mineral, sequer gera empregos para os nativos, uma vez que todo o processo de exploração de minério de ferro é mecanizado e automatizado - e o minério extraído na província mineral desta macrorregião, nem é beneficiado em terras piauienses. Segundo informações colhidas junto a pessoas ligadas a esse setor, o minério de ferro explorado nesta região é exportado para o vizinho estado do Maranhão, mais precisamente para o município de Açailândia, onde é transformado em ferro-gusa.

Aqui ficam só as crateras e a ameaça da produção de um mel, que é considerado o melhor mel produzido no país e o mel com melhor aceitação no mercado externo.

E o mais grave de tudo isso é a falta de diálogo entre a mineradora e a população local. A expressa mineradora trata a população local com uma indiferença olímpica.

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR) do estado do Piauí, por sua vez, nunca aparece para intermediar um diálogo e explicar aos moradores atingidos, os danos provocados pela exploração mineral.  

O povo desta região não se sente protegido pelas autoridades governamentais e nem representado no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. Triste sina estado povo que habita esta macrorregião. 

Minério de ferro e máquina

Crateras

Ausência da presença humana